quarta-feira, 20 de julho de 2011

EAD AULA DIA 19/07

Missão Francesa no Brasil
http://www.youtube.com/watch?v=twr8uQRMokE

Neoclassicismo
http://www.youtube.com/watch?v=db-uQAwgGso

Ano da França no Brasil
http://www.youtube.com/watch?v=vidtlpyZ6WY&feature=related

Pierre Verger
http://www.youtube.com/watch?v=7zsBAZZimfw&feature=related

Modernismo no Brasil
http://www.youtube.com/watch?v=pO4t9UmF2us

Arte Contemporânea
http://www.youtube.com/watch?v=xClU8ZSObqs&feature=relmfu

Educação Nova
http://www.youtube.com/user/univesptv#p/c/AF99408A4ECC0B86/10/f6LTmh7Vn04

História da Educação
http://www.youtube.com/user/univesptv#p/c/AF99408A4ECC0B86/10/f6LTmh7Vn04

Tecnicismo na Escola
http://www.youtube.com/watch?v=TKvWiRtmOlI


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Vids extras

A História das Coisas

http://www.youtube.com/watch?v=lgmTfPzLl4E&feature=feedrec_grec_index


E como mencionei no final da última aula, quando mencionei os andróides: Blade Runner - Caçador de Andróides, filme de Ridley Scott

http://www.youtube.com/watch?v=4lW0F1sccqk

O cinema de ficção nunca mais foi o mesmo depois de Blade Runner. POr que? Pesquisem. :) Referências artísticas do filme: Expressionismo alemão, em especial o filme Metropolis. Não conhecem? Pesquisem :) Forte referência ao Cinema Noir. O que é isso? Pesquisem :) A trilha sonora do filme fez imenso sucesso. Descubram :).

sábado, 4 de junho de 2011

EAD - Sugestões: programas para professores, crianças e adolescentes

TV Educativa PR

Karkú - http://tvbrasil.org.br/karku/

PRograma de Cinema - http://tvbrasil.org.br/programadecinema

Curta - Criança - http://tvbrasil.org.br/curtacrianca


TV Futura

Momento Galileu
http://www.futura.org.br/main.asp?View=%7BD2EF690E%2D49AB%2D498F%2D9011%2D7957E4D9F702%7D&Team=¶ms=itemID=%7BDF44B4E3%2DA9A7%2D498A%2DA2D7%2DFDFF7D35E3DD%7D%3B&UIPartUID=%7BD90F22DB%2D05D4%2D4644%2DA8F2%2DFAD4803C8898%7D

Canal Futura divulga site com programas para baixar arquivos Torrent de (pelo que parece) todos os vídeos do canal Futura em boa definição (recomendam gravar DVDs).

Legal é a opção de disponibilizar é da própria emissora, que faciliata o uso e acesso de vídeos e programas relacionados a educação para mais gente.

Videoteca da Futura
http://www.futuratec.org.br/

sexta-feira, 3 de junho de 2011

sábado, 7 de maio de 2011

REFLEXÕES (COTIDIANAS-MANUAIS E AUTOMÁTICAS), FOTOGRÁFICAS

TECNOLOGIA X EMPENHO

Imagine que você possui uma película, apenas um filme de 24 poses na sua câmera fotográfica. A sua frente se desenrola uma cena inesquecível, memorável, linda: um abraço, uma vitória, um sorriso, uma cena hilária-dramática-emocionante, única. Pergunto: você expõe toda a película rapidamente na ânsia de captar, de guardar, de reter e traduzir aquele momento? Você faz as fotos de uma vez só, febril, o quanto antes? Ou dosa, homeopática (o) e divide-se entre arte, técnica e sorte. Busca o melhor ângulo, composição, luz, contando também com a boa ventura para que ele se prolongue ou para que você escolha o momento certo? Em fotografia: múltiplas respostas para essas questões (algumas retóricas)...
Você pode até ter pensado que eu faria esse quase-ensaio sobre o “momento exato”, que tanto Cartier Bresson, considerado por muitos o pai do Fotojornalismo, perseguiu e registrou.- mas não. Vou escrever sobre os males advindos da falta que um filme de 24 poses faz ... Da falta que faz sentir falta. Da impressão que ando experimentando que os fotógrafos estão muito menos exigentes. Porque você não precisa mais pensar que possui apenas um filme de 24 poses. Não há, praticamente, mais limitação no número de imagens a fazer de um momento.
“ _E isso é bom, certo?”
“_Sim, claro.”
E também não.

UMA REFLEXÃO SIMPLES SOBRE A AUSÊNCIA DE LIMITAÇÃO

Bem, voltando ao primeiro parágrafo: películas? 24 poses? Negativo? Coisa do passado para a maioria da população, mas que ainda é muito presente na vida de muitos fotógrafos, como na minha, por exemplo. Com a Fotografia Digital agora não são 24 possibilidades ou 36, são 300, 500, 1000, 5000 - múltiplos de mil - possíveis imagens, guardadas em um pequeno quadrado de tecnologia e plástico: um cartão de memória. Além disso, há o Photoshop, o Lighting Room e muitos outros programas de edição de imagem. Tecnologia a serviço do capital, do trabalho, e, também da Arte.
No entanto, ao longo de todos os anos que acompanho a Fotografia, e, todo o avanço que a digitalização trouxe, vi também que, se agregou a tecnologia, falta de empenho em captar a melhor combinação de técnica, prática e sorte. Aliou-se digitalização a certo descuido, a ausência de estudo e de tempo e que se manifesta no “_Deixa para depois...Na edição a gente arruma... Vamos fazer o que der para fazer hoje...”
Não sou saudosista. Absolutamente. Quem me conhece bem o sabe. Acho que a Fotografia Digital poupou tempo e dinheiro e é o suporte perfeito para um número imenso de trabalhos artísticos, no entanto, as facilidades não deveriam poupar cuidados, estudo e dedicação do profissional na busca do “momento exato”, a partir da singularização do olhar, da originalidade da captação e do aperfeiçoamento da sensibilidade e da técnica.
Os softwares são essenciais para, igualmente poupar dinheiro e fazer Arte, porém, o resultado do que é produzido por ele, em essência, sem polêmica barata, não é Fotografia (e aqui não há nenhum ranço conservador, Frankfurtiano, pejorativo ou provocativo... apenas não o é, e nem precisa ser. Ela é suporte (e isso é tema para outro escrito). E é claro que aqui não falo das “manipulações” de imagem mínimas e obrigatórias, mesmo porque, imagem digital pressupõe disso para existir.
Será que a tecnologia - como o controle remoto na TV, os vidros elétricos do carro, a internet, - alicia e, poupando tempo, a mercadoria mais cara da contemporaneidade, fez muitos dependentes físicos e adicionou ingredientes irresistíveis na bombástica receita de uma sociedade que tende a acomodação “natural”? Estaria a tecnologia também, já que qualquer um acha que é fotógrafo, a “desprofissionalizar” o mercado? Estandartizando a Arte Fotográfica? Estariam os fotógrafos se deixando levar pelas facilidades da digitalização, ficando preguiçosos e profissionalizando o “deixa para depois”? Na minha opinião, sim. Mesmo porque, cá para nós, de um ensaio profissional, com quinhentas, mil, duas mil imagens, dez ,pelo menos, sairão perfeitas para seguir, (claro!) para editor de imagem, sendo o fotógrafo “um mamífero, bípede, com o telencefálo altamente desenvolvido, com o polegar opositor” -como tão bem esclareceu o filme “Ilha das Flores”, de Jorge Furtado - ou não.

Em Fotografia se morre sem ter visto, apreendido ou aprendido, tudo, então, vamos dar espaço para o estudo e para o desafio de sermos criteriosos e dedicados e buscar o máximo, com o mínimo... Vamos reabilitar o virtual filme de 24 ou 36 poses e tentar sempre o melhor.